Benefício Bloqueado
Clique no Botão Acima se o benefício estiver Bloqueado

Bolsa Permanência

O Programa Bolsa Permanência, foi criado pelo governo federal, com o objetivo de ajudar estudantes a se manterem em seu curso de graduação e conseguirem seu tão sonhado diploma por meio de uma ajuda de custo.

O benefício é voltado especialmente para estudantes indígenas e quilombolas em situação econômica desfavorável e que estejam matriculados em universidades federais.

Veja agora todas as informações necessárias para fazer parte do programa, sobretudo o que é, quem tem direito e como se inscrever.

programa bolsa permanencia o que e quem tem direito e como se inscrever
PROGRAMA BOLSA PERMANÊNCIA ⇨ O que é, Quem Tem Direito e Como se Inscrever

O que é o Programa Bolsa Permanência

Instituído pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) em 2013, o PBP tem a finalidade de ajudar estudantes socioeconomicamente carentes a se manterem durante seu curso de graduação em universidades federais através de uma ajuda em dinheiro.

O benefício é ofertado tanto a famílias de baixa renda, quanto aos estudantes que se declaram indígenas e/ou quilombolas, havendo diferença no valor oferecido nesses casos.
Falaremos disso mais a frente.

O valor pode ajudar estudantes a pagarem custos como materiais necessários, alimentação e transporte para o seu ensino superior. Minimizando assim as desigualdades sociais e também democratizando o acesso à universidade.

Qual a relação com o PROUNI 2018

Como é do conhecimento de muitos, o PROUNI ( Programa Universidade para todos), é programa também feito para facilitar o acesso uma graduação. Oferece bolsas integrais ou parciais em universidades privadas.

Além dessas bolsas, o PROUNI oferece a ajuda de custo do PBP a estudantes que possuam sua bolsa integralmente.

Dessa maneira, o estudante pode arcar com as despesas de seu curso sem que orçamento familiar seja comprometido.

Para se candidatar ao Bolsa Permanência vinculado ao PROUNI, o universitário precisa:

  • Ser bolsista integral PROUNI;
  • Estar matriculado em curso presencial de no mínimo 6 semestres e com carga horária de pelo menos 6 horas por dia.

Após se adequar ao perfil desejado, o requerente passará por um processo seletivo que acontece todos os meses e é dependente do orçamento que o MEC disponibiliza para tal fim.

A propósito, em maio deste ano, foi publicado que muita gente ficou de fora do programa devido à falta de verba.

Foram liberadas apenas 800 bolsas e cerca de 4 mil estudantes não tiveram acesso, por causa de um rombo de 11 milhões ocorrido no programa.

Quem tem direito?

O estudante que deseja ter a ajuda de custo deve cumprir uma série de exigências. São elas:

  • Possuir renda familiar mensal de até 1 salário mínimo e meio por pessoa;
  • Concordar com os termos contratuais de compromisso e assiná-los;
    Não ultrapassar 2 semestres do tempo regulamentado pela instituição para pegar seu diploma;
  • Seu curso deve possuir carga horária igual ou superior a 5 horas por dia;
    Seu cadastro precisa estar devidamente aprovado e homologado todo mês pela instituição federal de ensino superior no âmbito do sistema de informação do programa.
  • Uma vez que o Permanência tem renovação/cadastro mensal;
  • Como dito anteriormente o Programa prioriza indígenas e quilombolas. Em consequência, eles têm direito a se candidatar independente do curso que escolhem e da carga horária do mesmo.

Como fazer a inscrição?

Deve-se atentar ao prazo de inscrição e preencher o cadastro no sistema de gestão do programa o site Sistema de Gerenciamento de Bolsas. Onde deverá ser cadastrado um login (CPF) e senha.

Durante o preenchimento do Sistema de Gerenciamento de Bolsas, o acadêmico indígena ou quilombola deverá ler, preencher, escanear e anexar no sistema os dois documentos listados abaixo:

  • Termo de Compromisso do Discente
  • Declaração de Anuência da Comunidade (INDÍGENA OU QUILOMBOLA)
    Neste espaço, deverão ser anexados os seguintes documentos agrupados (conforme orientação do Ofício-Circular nº 11/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU-MEC):
    Autodeclaração do Candidato;
  • Após o preenchimento do sistema no prazo de inscrição estabelecido pelo MEC, o estudante deverá encaminhar à DIAF ( relacionado a Caixa e ao Banco do Brasil) ou SECAEs os documentos comprobatórios/cópias;
  • Tais documentos serão encaminhados para a Comissão Interdisciplinar, que ajudará na comprovação e fiscalização de que os estudantes realmente são indígenas e quilombolas;
  • A equipe da DIAF, com base na avaliação da Comissão Interdisciplinar, irá analisar os documentos comprobatórios e homologar a solicitação, conforme o calendário de homologação 2018.

Como fazer a consulta da Bolsa Permanência?

A consulta do PBP deve ser feita no site do FNDS, onde é feita a consulta de bolsas pagas pelo governo, por meio de nome CPF e nome do beneficiário.

Valor da Bolsa Permanência

O valor do Bolsa Permanência varia se o estudante é indígena/quilombola ou apenas de família de baixa renda:

  • Para famílias de baixa renda o valor é de R$400,00.
  • Para quilombolas e indígenas o valor pode dobrar, chegando a R$800,00 / 900,00.

Para quais instituições é válido o Programa Bolsa Permanência?

O Programa Bolsa Permanência é direcionado aos estudantes de universidades federais no Brasil.

Também é válido para pessoas que ingressaram na faculdade particular através do PROUNI, mas funciona de maneira um pouco diferente em cada um dos casos.

Bolsa Permanência
5 (100%) 54 votes

Deixar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *